29 dezembro 2008

BuRAcO NegRO?? AqUí??

DEPOIS DE PERMANECER UM LONGO TEMPO BRILHANDO FORTE e convertendo o seu hidrogênio em hélio, as estrelas entram em colapso.

É aí que seus destinos dependem de quão grandes elas são.

As muito massivas, como já vimos, explodem.

No lugar das supernovas o núcleo original da estrela, que serviu de “apoio” para a explosão, se contraí.

Às vezes surge em seu lugar uma pequena estrela que gira como um farol: é o pulsar.

Buraco negro distorce o espaço ao redor, agindo como uma lente gravitacional.

Outras vezes o núcleo não pára mais de se contrair e nasce um buraco negro.

Mesmo sendo invisível, sua presença é palpável.

A matéria adicionada em um disco ao redor de um buraco negro emite raios X – e foi assim que sua existência foi confirmada.

Uma fonte denominada Cygnus X-1, na constelação de Cisne, foi provavelmente o primeiro buraco negro descoberto pelos astrônomos, em 1971.

Hoje, há fortes suspeitas que o centro da Via Láctea – a galáxia onde vivemos – abrigue um super buraco negro, milhões de vezes mais massivo que o Sol.

Ou então vários de menor massa.


A queda no buraco negro e a natureza quântica

Se conseguíssemos observar uma queda real de um objeto num buraco negro, de acordo com as simulações virtuais, veríamos este mover-se cada vez mais devagar à medida em que se aproximasse do núcleo massivo.

Segundo Eisten, há um desvio para o vermelho, e este também é dependente da intensidade gravitacional.

Isto se dá porque, sob o ponto de vista corpuscular, a luz é um pacote quantico com massa e ocupa lugar no espaço, portanto tem obrigatoriamente uma determinada velocidade de escape.

Ao mesmo tempo, este pacote é onda de natureza eletromagnética e esta se propaga no espaço livre.

É sabido que longe de campo gravitacional intenso, a frequência emitida tende para o extremo superior (no caso da luz visível, para o violeta).

À medida em que o campo gravitacional começa a agir sobre a partícula(luz), esta aumentará seu comprimento da onda, logo desviará para o vermelho.

Devido à dualidade matéria-energia não é possível analisar a partícula como matéria e energia ao mesmo tempo: ou se a enxerga sob o ponto de vista vibratório ou corpuscular.

A luz e a singularidade:

Em simulações no espaço virtual, descobriu-se que próximo a campos massivos ocupando lugares singulares, a atração gravitacional é tão forte que pode fazer parar o movimento oscilatório, no caso da luz enxergada como comprimento de onda, esta literalmente se apaga.

No caso da luz enxergada como objeto que possui velocidade de escape esta é atraída de volta à região de onde foi gerada, pois a velocidade de escape deve ser igual à velocidade de propagação, ambas sendo iguais, a luz matéria é atraída de volta.

Logo, a radiação sendo atraída de volta, entra em colapso gravitacional, juntamente à massa que a criou, caindo sobre si mesma.


Completo: Wikipédia, a enciclopédia livre.

pS. Há buracos negros aquí mesmo na terra.. :#



Não é que eu não economize... é que estou fazendo investimento pessoal...

....

...Certo, certo!!
Tá ai uma dica:


pS. Difícil é sobrar.. :&

Um comentário:

ObrIGadA pEla ViSItA.
EsPeRO qUe TEnhA GoSTAdo.
vOlTE MaIS.
:)